GANCHO (ANTÓNIO) – O AR DE MANHÃ
GANCHO (ANTÓNIO) – O AR DE MANHÃ
A Ar da Manhã. Gaio do Espírito. Poemas Digitais. Poesia Prometida.
Assírio & Alvim. Lisboa. 1995. In-8º de 175 págs. Br.
Título nº 47 da série Peninsulares/ Literatura.
1ª edição, há muito esgotada. Existe uma reedição de 2022.
António Luís Valente Gancho nasceu em Évora em 1940. Cedo começou a passar temporadas de internamentos em estabelecimentos psiquiátricos, tendo ficado até à sua morte na Casa de Saúde do Telhal. Escritor de uma linguagem inconfundível, fez parte da geração de surrealistas que frequentavam o Café Gelo, como Mário Cesariny ou Herberto Helder. Da sua mão, conhecemos o romance As Dioptrias de Elisa (1990) e O Ar da Manhã, coletânea dos seus poemas. Morreu a 2 de janeiro de 2006.
Volume em bom estado de conservação, sem assinatura de posse. A capa anterior da brochura tem vestígios de pequena dobra no canto inferior direito.
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